MANHÃS DE HISTÓRIAS

Há escolas que dão importância à oralidade das histórias. Sim, porque as histórias não têm só letra de forma, têm também uma voz, um tom, um jeito arguto de se imporem quando lidas em voz alta.

Aconteceu exactamente isso nas manhãs dos dias 5, 6 e 7, na Livraria Salta-Folhinhas. Tive o privilégio de ler poemas, contar histórias, fazer jogos verbais e ajudar a desenhar para 6 turmas do Colégio Alemão da Cidade do Porto. Para mim, a experiência teve o gosto das vozes da manhã.

Mais uma vez acompanhado pela bicharada, a dos poemas, dos contos tradicionais populares portugueses, das rimas infantis e dos desenhos deixados em painel colocado para o efeito.
As meninas e meninos adoptaram o cãozinho Lóló e os seus amigos, o Alegria, o Bonifrate, o Liberdade, sem esquecer o macaco João, e todos os do Sofá da Luísa Ducla Soares, sobretudo o João Preguição.

Outra aprendizagem fantástica que estes momentos possibilitaram foi a da escuta, esse exercício massajador da mente, que dinamiza tantos mecanismos de criatividade, de expressão e de comunicação.

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