POEMAS PARA "CURAR" PEQUENOS POETAS

Na EB1 de Santa Apolónia, em Coimbra, sinto-me em casa. Não por ter lá ido muitas vezes, mas sobretudo por me sentir como o peixe na água. Ali respira-se, trabalha-se e lê-se poesia com entusiasmo, prazer e paixão.

O encontro de hoje contou com duas partes, uma vez que o 1.º Ciclo vive em dois locais diferentes: a primeira foi na EB1 de Santa Apolónia (para o 1.º e 2.º anos) e a segunda na Escola Básica de Rainha Santa - Pedrulha (para o 3.º e 4.º anos).

Comecei por contar uma história que encontrei em versão castelhana de Jean Pierre Simeon e Olivier Tallec, intitulada “Un poema para curar a los peces” e que no fundo é uma narrativa que procura dizer (melhor dito, insinuar) o que é a poesia.

Depois, cativada a atenção, li poemas de cada um dos sete autores representados na antologia poética “Verso a Verso” com o objectivo de ajudar a compreender que há autores e estilos de poetas muito distintos e igualmente prazenteiros de beleza e qualidade. Respondi ainda a algumas perguntas.

Na primeira parte, como prenda de gratidão pela presença, recebi um objecto (telha) com a data de hoje e um caligrama, feito pela Mara.
No regresso a casa lembrei-me duma frase de Teresa Guedes que cito de memória: “Nem todas as crianças são poetas, as crianças são a poesia”.

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