quarta-feira, 25 de agosto de 2010

AGOSTO, POESIA DE JOÃO MANUEL RIBEIRO

O blog “Poesia Infantil i Juvenil” em língua catalã sobre “Poemes infantils, embarbussaments, endevinalles, cançons infantils, llibres i editorials de poesia infantil i juvenil, activitats sobre poesia infantil i juvenil a l'aula i a la família, webs de poesia infantil, poetes infantils” dedica o seu post de hoje à minha poesia para a infância com o título “Agosto, poesia de João Manuel Ribeiro” e o seguinte texto:

No podem acabar agost sense un poema del sobre aquest mes. Ens ha agradat molt la poesia infantil del portuguès João Manuel Ribeiro, amb la illustració que per al poema ha realitzat Anabela Dias.”

Vejam o post e o poema transcrito aqui, e deixem-se perder na poesia excepcional do blog.

Obrigado, Sàlvia!

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

NA MONTRA DA CASA DA LEITURA

A Montra do Serviço de Orientação da Leitura (SOL) da Casa da Leitura apresenta dois livros meus nos seus destaques para este mês, na categoria de leitores autónomos:
- A Rainha da Misericórdia, com ilustrações de Sandra Nascimento.
- Amo-te. Poemas para gritar ao coração, com ilustrações de Ângela Ferreira.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

ENTREVISTA A "LIVROS & LEITURAS"

Lurdes Breda, colaboradora da revista online “Livros & Leituras” entrevistou-me a propósito da minha escrita e dos meus livros. À entrevista, citando-me, deu o significativo titulo: “a blogosfera é um espaço público de oportunidades”. A dita pode ler-se aqui.

sábado, 14 de agosto de 2010

"EU (NÃO) SOU OS MEUS LIVROS"

A Feira do Livro da Póvoa de Varzim acolheu, ontem à noite, mais uma tertúlia “A-ler-o-mar” que reuniu Ivo Machado, Carlos Quiroga, valter hugo mãe e Alberto Serra. Moderada por mim, a conversa tinha como tema "Eu sou os meus livros".

Todos os escritores foram unânimes na negação da proposição que lhes foi apresentada. Afirmando que “eu não sou os meus livros”, Ivo Machado revelou que “assusta-me passar nas livrarias e ver um livro meu”. O autor reconheceu que está naquilo que escreve e confessou que até “gostaria de ser os meus livros para estar além da verdade e da mentira”.

valter hugo mãe afirmou que “tenho tendência para achar que nunca parto para um livro para falar sobre mim” mesmo tendo a “noção que um livro depois de escrito passa a fazer parte da minha biografia”. “Eu não estou nos meus livros, quando muito os meus livros estão em mim”, acrescentou. O escritor disse ainda que “na minha consciência não consigo abranger a plenitude de tudo o que escrevo”. Sabemos o que sabemos e temos obrigação, como escritores ou artistas, de procurar saber o que não sabemos. E a este propósito, declarou “tento fazer luz na escuridão procurando conhecer o que não sei”. valter hugo mãe referiu-se também à contingência da literatura segundo a qual o texto é sempre muito mais brilhante do que o seu autor. O autor é mortal e a obra eterniza. “Não acredito em nenhum livro. Acho que os livros correspondem sempre à fuga porque a realidade é intransmissível” acrescentou o escritor que expôs que “depois de ter escrito o livro, ele fica a participar na minha vida”.

Carlos Quiroga apontou os vários motivos, tanto de forma como de conteúdo, que o levam a recusar completamente a frase “Eu sou os meus livros”. O escritor considera que alterando a sintaxe ou o tempo verbal talvez a frase pudesse fazer algum sentido. Assim sendo, “os livros que escrevi também sou eu” ou “os livros também sou eu que os escrevi” foram algumas das premissas aceites pelo autor.

Alberto Serra também contrariou a frase, afirmando que “eu não sou os meus livros” e “se fosse não estava aqui”. “Desde que sonhei ser os meus livros, tudo se tornou mais leve na minha vida”, acrescentou.

[Texto retirado do portal da Câmara Municipal da Póvoa]

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

TOUR PELO ILUSTRATOUR

Este fim-de-semana privei de perto com o trabalho de ilustração do japonês Satoshi Kitamura, do argentino Istvansch, da francesa Delphine Durand, da espanhola Elisa Arguilé, da australiana e nova-iorquina Sophie Blackall (blog), da francesa Rébecca Dautremer e com uma pequena multidão de editores, escritores e ilustradores espanhóis (entre os quais Fernando Agresta (editor de Edelvives), Daniel Nesquens (escritor) António Santos, Rafa Vivas, Sandra López, entre outros). O encontro foi em Valladolid, no IlustraTour 2010 - III encuentro Internacional de Álbum Ilustrado, subordinado ao tema “Viaja, Experimenta, Crece - Redondez, planície y otras formas continentales”.

Satoshi Kitamura e Rafa Vives
Istvansch
Delphine Durand com António Santos
Sophie Blackall com Sandra López

Neste encontro internacional foi oferecida uma panorâmica da ilustração mundial - da ilustração na Ásia (por Satoshi Katamura), na Europa (por Delphine Durand em conversa com António Santos), na América (por Istvansch), em África (por Samuel Mountmounjou), em Espanha (por Daniel Nesquens, Elisa Arguilé e Rafa Vivas) e em França (com Rébecca Dautremer). Interessantíssimo! Fiquei com uma perspectiva do que se faz no âmbito da ilustração por esse mundo fora.

Deliciosa foi ainda a visita à exposição “Mês Petites Papiers”, no Museo Patio Herreriano, com originais da trajectória de Rébecca Dautremer. Sublinho apenas que este museu é um museu de arte contemporânea que acolheu uma mostra de originais duma ilustradora de livros infantis! Acontecimento de rara importância e só possível em lugares… (completem vocês).

Rébecca Dautremer
Espantosa foi também a noite de cinema de Sábado com o filme “Kérity, la Maison des Contes”, com a presença da mãe das personagens e cores do filme - Rébecca Dautremer. Fica aqui um pequenino excerto para aguçar o apetite. E a pergunta: “Para quando a sua visualização em Portugal?


Ah! Apesar do encontro ser internacional não vi lá nenhum ilustrador português... Hum!!!!

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

NA FEIRA DO LIVRO DA PÓVOA DE VARZIM

O convite era para participar numa sessão de leitura na Feira do Livro da Póvoa de Varzim. Os livros seleccionados eram “Poemas para Brincalhar”, “Amo-te - Poemas para gritar ao coração” e “Verso a Verso - Antologia Poética”.
E quase que era assim, ontem, ao fim da tarde. Digo quase porque quem fez a leitura de grande parte dos poemas do livro “Poemas para brincalhar” foram as crianças presentes em número significativo. Isso foi o que mais me agradou: ver que (digam o que disserem) as crianças lêem, e fazem-no com gosto e prazer.
Nesta breve sessão de leitura tive ainda oportunidade de ler poemas de “Amo-te” e ser acompanhado pela Manuela Ribeiro que também leu poemas dos diversos autores da antologia poética “Verso a Verso”.
Na próxima Quarta-feira participarei em nova sessão de leituras.

O SEMÁFORO CHORÃO NA PAIS & FILHOS

O SEMÁFORO CHORÃO NA PAIS & FILHOS DE AGOSTO Leonor Riscado apresenta, na revista Pais & Flhos, do mês de agosto, o meu livro &qu...