quarta-feira, 29 de setembro de 2010

1 DE OUTUBRO - DIA INTERNACIONAL DA MÚSICA

Zim-Zim–Zim
- Que desatino!
Não sei quem faz assim!
Será o violino?

Pás-Pás–Pás
- Que som forte e audaz!
Não imagino quem o faz!
Será a pandeireta?

Tum-Tu-Ru-Rum-Tum–Tum
- Que sonoro e solene rufar
como não há mais nenhum!
Só pode ser o tambor!

Tá-Tá-Rá-Rá-Tá-Tá
- Quem falta, não está,
mas com ela logo se põe lá.
Rica corneta!

Viva a música!
Zim-Zim–Zim
Viva a música!
Pás-Pás–Pás!
Viva a música!
Tum-Tu-Ru-Rum-Tum–Tum!
Viva a música!
Tá-Tá-Rá-Rá-Tá-Tá!

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

NA PÚBLICA...

A CASA DA LEITURA RECOMENDA...

A CASA DA LEITURA da Fundação Calouste Gulbenkian, em sinopses assinadas por Gabriela Sotto Mayor, recomendou os meus novos livros:

EU FUI O MENINO JESUS

Eu Fui o Menino Jesus é uma compilação de contos unidos por um mesmo mote que, como regista uma pequena nota no final da publicação, «já viveram em outras páginas, repartidos por vários Natais, com excepção do último» que empresta o nome ao livro e que foi escrito especialmente para esta edição. Assim, a propósito do Natal, e nomeadamente a partir de um poema e quatro breves contos, podemos ler sobre o presépio na voz de um ratinho chamado Daniel; sobre a longa jornada dos três Reis Magos de encontro ao «Menino Deus Salvador»; sobre um anjo cego que rapidamente descobre que «quem tem olhos nem sempre é quem vê melhor»; sobre um postal de Natal que não gosta do Natal e, finalmente, porque «a vida dá muitas voltas» testemunhamos como é que uma vida «outrora desgraçada» agora se encontra «serena e em paz». As palavras de João Manuel Ribeiro encontram-se muito bem acompanhadas pela habitual subtileza, em jeito de pontuação, das expressivas e sugestivas ilustrações de Anabela Dias. [Leitores medianos e autónomos]

SOLETRA A LETRA

Recuperando o trava-línguas do universo literário tradicional, João Manuel Ribeiro explora as potencialidades humorísticas e lúdicas do alfabeto. O autor tira partido do cómico que resulta de muitos dos jogos sonoros rítmicos e fonéticos, a que não é alheio o nonsense. A pronúncia e articulação, por vezes difíceis, apresentam-se como um desafio divertido que prende a atenção do leitor. Esta é uma boa estratégia de aprendizagem do alfabeto, de enriquecimento do vocabulário e um excelente instrumento facilitador do desenvolvimento das competências de leitura em voz alta. As ilustrações de Elsa Fernandes complementam os poemas e dão cor aos momentos escolhidos para cristalizar visualmente. [Pré-leitores e leitores iniciais]

ANDARILHAS

Eu, Andarilho...
Assim mesmo! Andarilho de contos, poesias, partilha de conhecimentos e experiências com contadores, educadores, professores, escritores e editores!
Desta XI edição registo, para memória (pessoal) futura:
- A formação para os professores do 1.º Ciclo do Agrupamento de Escolas de Santiago Maior (Beja).
- A noite de conversa com o galego Xabier Puente do Campo (que me levou à leitura dos seus livros: Cando petan na porta pela noite e O libro das viaxes imaginarias. Só me apraz um adjectivo: excelentes).
- O convivio com dois grandes Antónios: o António Torrado e o António Mota.
- A participação na Tertúlia 2 por 2 com a participação da Carla Oliveira (editora da Orfeu Negro), moderana por Andreia Brites.
- O contacto pessoal com tanta gente (bonita).

Até às próximas Andarilhas...

domingo, 12 de setembro de 2010

A CASA DA LEITURA RECOMENDA...

A CASA DA LEITURA da Fundação Calouste Gulbenkian incluiu o meu livro “Algazarra de Versos”, com ilustrações de Elisabete Ferreira, na sua "Montra" de títulos para “leitores iniciais e leitores medianos” com a seguinte sinopse, assinada por Gabriela Sotto Mayor:

João Manuel Ribeiro, em Algazarra de Versos, colectânea de mais de vinte poemas, revela claras influências da literatura oral tradicional, apoiando-se na herança das rimas infantis, enfatizando a plasticidade que caracteriza a linguagem enquanto brinca com a métrica, com os sons e com a grafia das palavras. De temática diversificada, como se pode inferir desde o título, percorrendo distintos géneros (como as adivinhas, o alfabeto ou os provérbios), o fio condutor deste volume reside na capacidade do escritor de desconstruir a linguagem com mestria e ludicidade, recorrendo para isso a múltiplas combinações rítmicas, fónicas, melódicas, semânticas e lexicais, sensibilizando o leitor para a poesia. As ilustrações trazem cor e algum humor à publicação sendo de salientar o equilíbrio e a leveza de leitura de algumas páginas simples com fundo branco (vide dupla «Sabias que» e «Contos & pontos tontos») em comparação com outras menos felizes com fundo ilustrado (vide dupla «Andorinha do meu telhado» e «O fruto do saber»). (Gabriela Sotto Mayor)

UM LIVRO ESPECIAL PORQUE...

Neste livro (con)vivem 24 poemas escritos durante o contacto com muitos alunos alunos do 4.º ano da cidade de Coimbra, no âmbito do doutoramento em Ciências da Educação, cujo tema genérico é "A Poesia na Escola".
Muitos destes poemas foram escritos entre observações de aulas, conversas com professores e jogos poéticos. Dois foram redigidos com a prestimosa colaboração  com os então alunos do 4.º Ano, turma 6 da EB1 de Santa Apolónia (poema "As mãos" a partir do poema com o mesmo título de Manuel Alegre) e com o 4.º Ano da EB1 Norton de Matos (poema "Romance").
Outros nasceram das conversas com os professores (como por exemplo: O fruto do saber, Contos & Pontos Tontos, Modos de... (dedicado ao professor), Oulipo, entre outros).
O livro, ilustrado por Elisabete Ferreira, é graaaaande (formato A4) e é editado pela Trinta Por Uma Linha.
Mais livros estão já a caminho das livrarias (à espera de muitos leitores)...

O SEMÁFORO CHORÃO NA PAIS & FILHOS

O SEMÁFORO CHORÃO NA PAIS & FILHOS DE AGOSTO Leonor Riscado apresenta, na revista Pais & Flhos, do mês de agosto, o meu livro &qu...