REGISTOS TARDIOS
1. A Sala Polivalente da Biblioteca Municipal de Coimbra foi o palco para o(s) «Encontros +…» para os quais fui convidado. Um número significativo de turmas do 2.º Ciclo da cidade de Coimbra e arredores teve a oportunidade de fazer-me um conjunto de perguntas sobre os meus livros e de presentear-me com encenações, canções, leitura de poemas e outras pequenas maravilhas a partir dos meus livros. Foi um pedaço de dia fantástico. Obrigado à Dra. Lurdes Branco e à sua equipa pela prenda. Obrigado aos professores e a todos os alunos que me fizeram descobrir as maravilhas que um livro pode fazer (para além do que imaginaria).
2. Em Lordelo, Paredes, uma fundação (e cooperativa) de nome “A Lord” faz cultura. Ele é concertos. Ele é exposições de pintura. Ele é encontros com escritores. Ele é prémios aos melhores alunos. Ele é serviço à comunidade. Foi uma honra grande poder encontrar-me com dois grupos de alunos daquela localidade nas instalações excelentes desta excelente instituição.
3. No dia 02 de Março voltei ao interior, ao Agrupamento do Marão, nas faldas da serra com o mesmo nome. Um único em encontro cheio de boa-disposição, perguntas interessantes, poesias bem «ditas» e conversa cordial e feliz.
De tarde, passei pelo Colégio Luso-Francês para apresentar o meu “Senhor Ato, o Camaleão” às turmas do 1.º e 2.º anos. Comigo esteve a Sónia Borges, a ilustradora.
4. No 1.º dia de Março, fui a Paião e fui surpreendido com o trabalho prévio desenvolvido em redor dos meus livros. Se todas as escolas fizessem assim as visitas seriam diferentes, teriam outro sabor, uma linguagem mais comum e uma sintonia maior. Ficam as fotos a mostrar como (e o que) se faz…
5. No passado dia 28 de Fevereiro, fui ao Fundão, à Biblioteca Municipal Eugénio de Andrade e adorei os três encontros com alunos da pré-escola e do 1.º Ciclo. Foram conversas serenas, tranquilas mas alegres.
No regresso a casa reli um poema de Eugénio de Andrade que serve bem de legenda para o dia:
O SORRISO
Creio que foi o sorriso,
o sorriso foi quem abriu a porta.
Era um sorriso com muita luz
lá dentro, apetecia
entrar nele, tirar a roupa, ficar
nu dentro daquele sorriso.
Correr, navegar, morrer naquele sorriso.
(In: O outro nome da terra)


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