A poesia na escola e na biblioteca - Pistas 3

Dando como suposta a criação do corpus de textos poéticos construído pela turma / escola / cada um, damos hoje inicio a um conjunto de propostas / pistas para dar uso (tornar útil) esse corpus, fazendo-o chegar ao maior número possível de leitores (na escola, na biblioteca e em todos os lugares).
Acreditamos que cada um será agora capaz de as ajustar ao seu contexto.

A CAIXA DE POEMAS

Encha caixas, cestos, e sacos com poemas (a partir do corpus que organizou) e coloque nas lojas (previamente contactadas), na sala de espera do dentista, do médico, na biblioteca municipal, câmara municipal e/ou em outro lugar por onde costume passar…
Os transeuntes serão convidados a escolher um poema quando estão a passar.

POEMA-ESCOLHA

A partir de uma caixa / cesto / saco... de poemas.

Na sala de aula - Cada aluno escolhe um poema e copia-o. A folha é dobrada, enrolada, amarrada… e um poema é dado a escolher diariamente aos alunos.
Por exemplo, o aluno escolhe de manhã, prepara a leitura, e lê o poema antes de sair. O poema é então afixado na sala de aula. Assim que todos tiverem lido e afixado o seu,  podem  escolher outro (de que gostem) e guardarem-no no seu «Caderno de Poesia».

Entre as turmas - Troca de sacos de poemas entre as turmas, para descobrir novos poemas. Pode ainda haver uma correspondência ou troca de poemas com turmas de escolas vizinhas...

Fora da escola - Os poemas-escolha podem ser colocados no mercado, na rua, em eventos de bairros, aldeias… festas… etc..

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